O Papa Francisco tem lado; e acreditem, o lado dele não é o mesmo dos direitistas — fortes defensores da moral judaico-cristã. Essa é a única explicação para a maior autoridade do catolicismo aceitar se encontrar com Lula — criminoso e líder de um partido com fortes orientações marxistas.

  Só para contextualizar, marxismo e cristianismo são como água e óleo, ou seja, são coisas que não se misturam. O próprio Karl Marx, criador desta linha de raciocínio ideológica, era um ateísta ferrenho, chegando ao ponto de defender a extinção da religião.

  O Pontífice se encontrar com o chefe de um partido que defende abertamente o aborto, legalizações das drogas e outras bandeiras que vão contra a fé cristã, é um fato que só temos a lamentar.

  Obs: Lula, no âmbito do caso do Triplex do Guarujá, foi condenado em três instâncias diferentes. Além disso, o petista é réu em vários outros processos. Ele está em liberdade apenas por causa de uma mudança de entendimento do STF sobre a prisão após Segunda Instância. Até hoje a alma mais honesta do mundo não conseguiu provar sua “inocência”.