O presidente Jair Bolsonaro está preocupado com as pessoas mais pobres. Mas pelo visto, devido a guerra de informação, muita gente ainda não entendeu isso. Uma grande fatia da população brasileira é composta por autônomos, que trabalham de manhã para comer a noite. Essas pessoas precisam que a sociedade continue de pé, com os comércios abertos e sem restrição de circulação de pessoas e mercadorias.

  No entanto, existe uma outra parte da sociedade — pessoas realmente “privilegiadas” — que não precisam desta normalidade. E são essas pessoas que andam por aí defendendo ardentemente essa quarentena imposta ao povo brasileiro. 

  Como disse o deputado André Fernandes, “90% das pessoas que estão criticando Bolsonaro ou são estudantes, ou concursados ou sustentados pelos pais”. São pessoas que desconhecem a realidade do cidadão comum que vive do mercado informal. 

  Mais de 90% da população nem sequer terá qualquer problema de saúde caso se contamine com o Coronavírus (COVID-19). O grupo de risco são idosos e pessoas com doenças graves, que efetivamente devem evitar os riscos de contrair o novo vírus. 

  Por outro lado, o cidadão comum que não está nesse grupo de risco tem que trabalhar. Dinheiro não nasce em árvore. Se esse caos que a esquerda está impondo a população brasileira continuar, milhares de pais de família vão acabar presenciando os seus entes queridos morrer de fome sem ter o que fazer. 

  O povo precisa trabalhar para sobreviver. É por isso que Bolsonaro está lutando para que a sociedade, de forma parcial, volte a normalidade. 

  O presidente do Brasil é uma pessoa comum. Ele é aquele tiozão que faz piada com tudo, dá bronca quando precisa, entende a realidade do cara mais pobre. Bolsonaro não nasceu em berço de ouro!!! Ele trabalha desde seus nove, dez anos de idade. É um cara de origem humilde. Ele, mais que qualquer outro político, sabe que o trabalhador brasileiro precisa levar seu sustento para casa.